segunda-feira

Boa 'receita relacional...'

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sexta-feira

Dá para conciliar...

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terça-feira

Não raro o que precisamos é de nós mesmos...

Como disse, acho que não raro a gente precisa mais disso aí, de nós mesmos, do que de outra coisa qualquer.

É, inclusive, um pressuposto fundamental para chegarmos melhor e mais inteiros no outro.

E é no silêncio que logramos fazer isso melhor.

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sábado

*Quando tudo dói, a dor não é física*. Confira!

Recebi recentemente este texto e tive uma ideia de repassá-lo como recebi..., assim.

Vale á pena dar uma olhada, pois como diz o ditado: informação [sobretudo da boa] nunca é demais.
“Quando ainda era acadêmica ouvi de um professor algo que nunca esqueci *"quando tudo dói a dor não é física"*... Talvez eu não tenha dimensionado naquele instante a grandeza desse diálogo. 
Hoje geriatra, vivenciando diariamente a rotina dos meus pacientes, vejo o quanto esse olhar me abriu para compreender cada um que chega com dores por todo corpo; muitas vezes não sabendo nem por onde começar ou sequer explicar como acontece. 
Ouço com atenção às *queixas de dores de cabeça, no estômago, musculares, ósseas, palpitações, náuseas, coceiras*... Depois faço apenas uma pergunta *"o que está realmente acontecendo com você?"*. 
Após um minuto de hesitação e até espanto, *a maioria cai num choro convulso e doloroso*. Deixo o choro libertador acontecer e *então no lugar das queixas álgicas ouço término de relações, perdas de pessoas queridas, problemas financeiros, medos, angústias e ansiedades*... 
Novamente lembro-me”
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quarta-feira

Qualidade de vida. O que é isso mesmo..., dá ‘pra fazer?’

Os dias hoje parecem exigir mais desafios no sentido de se garantir um padrão mínimo de qualidade de vida. Qualidade de vida no sentido usual, já que é um conceito que vem se diluindo ao longo do tempo.

Conceitos ou valores que vêm se diluindo em função de novos valores que vêm surgindo, que substituem valores mais consistentes, em nome de mais dinheiro, mais consumo e mais pressa..., sabe-se lá pra que.

Os níveis de consumo de medicamentos controladores, digamos assim, [ansiedade, estresse, depressão], vêm aumentando drasticamente em todo o mundo, atestando essa perda, essa deterioração.

Mas, toda hora é hora para parar um pouco e repensar os procedimentos usuais no cotidiano/vida e começar a mudar.

Veja estas dicas simples, mas importantes e eficientes:
A boa qualidade de vida exige também que as pessoas se afastem de relacionamentos destrutivos: isso nas amizades, na família, no trabalho... 
Muitas vezes é mais conveniente a pessoa dispor de mais tempo livre para se dedicar aos seus interesses do que ganhar um dinheiro pouco útil. 
Atribuir ao sucesso material o papel essencial para a boa qualidade de vida é grave erro; é triste constatar essa tendência em nossa cultura”. 
Flavio Gikovate
Como pode ver, tem tudo para dar certo. Confira!

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segunda-feira

Dois mil e vinte...


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sábado

Eliminando o conflito e otimizando a saúde

Você pode aprender a bloquear aquelas substancias causadoras de conflitos e incentivar a produção de endorfinas – substancia produzida no cérebro que eleva o limiar da dor e aumenta o bem estar – ou de serotonina, neurotransmissor cuja carência leva a ansiedade, depressão e até os distúrbios mais graves, ao toque de um botão imaginário.

Quando pensamos nas nossas forças somos fortes. Você pode se programar para o sucesso. Se dissermos a nós mesmos que as coisas vão terminar bem, já estamos criando os recursos internos de que necessitamos para fazer com que as coisas funcionem.

Quanto melhor eu fico, mas percebo o quanto ainda posso melhorar.

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quarta-feira

Dá para resgatar alguns aspectos interessantes do Natal. Confira!

Natal é uma data que como muitas outras foram perdendo significado ao longo dos anos, notadamente em função da explosão de consumo de tudo, mas, sobretudo da parafernália de coisas prontas, tipo usou descartou, que caracteriza essa massa de consumo.
Leia: Papa critica consumismo de Natal
Nesse roldão de consumo, até mesmo o seu significado original foi-se diluindo a ponto de ter deixado de ser referência, para se tornar uma festa como outra qualquer.

Confira links com ideias interessantes:
   - Como fazer embalagens originais de presentes para o Natal 
   - Como fazer velas lindas e superoriginais para decoração de sua casa 
   - Como fazer para adicionar mais beleza e cuidado à sua decoração de Natal 
   - Como fazer velas decorativas e aromáticas para este Natal
A ideia aqui é mexer um pouco com isso e aproveitar a oportunidade de, no processo de botar a mão na massa, possa se criar um clima para mexer ou resgatar outros valores.

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segunda-feira

Veja o que disse o Dalai Lama sobre o nosso cotidiano...

Parece com tudo que a gente vê por aí... [e por aqui...].

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quinta-feira

E aí, a quantas anda sua leitura?

Clique na imagem para ampliar
É, em tempos de smart’s omnipresentes o livro vem perdendo feio. É que a litura é um hábito que se cultiva devagar, que vai crescendo à mediada que imergimos neste mundo mágico da literatura, dos livros, mas, para perder, é fácil e rápido, sobretudo diante de um concorrente tão radical.

Veja estas sugestões do Alberto Mussa, que em princípio seriam para quem já lê com frequência e que pode vir negligenciando o melhor da literatura nacional, que em nada deixa a dever àquela de fora, mas pode servir de estímulo para retornarmos e prestigiá-la.

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sábado

Manter-se ativo ajuda em uma melhor relação com a meia-idade


A atividade física melhora a autoestima de quem se encontra nessa fase da vida

Independente de resultados ou vantagens objetivas e ou específicas como esta, o manter a atividade é um pressuposto fundamental para a vitalidade, para a saúde, para vida, mesmo, já que a própria estrutura do corpo foi ‘pensada’ e elaborada para manter-se ativo, logo, a inércia tende a desativá-lo, ou desativá-lo bem mais cedo do que aquilo para o qual foi, hipoteticamente, programado.
“A fase da meia-idade nem sempre é encarada com tranquilidade pelas pessoas. Muitas se sentem inseguras porque percebem que a juventude está acabando e a idade avançada se aproxima. O período exato que ocorre essa fase depende de uma cultura para outra, variando entre os 40 e 60 anos de idade. A atividade física tem um papel fundamental nessa fase. Resgata a vitalidade, mantém o peso corpóreo, melhora o vigor físico e diminui a incidência de doenças típicas do sedentarismo”.
Clique e confira o áudio, Corpo e Movimento, do Jornal USP sobre estas vantagens específicas, diríamos assim.


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domingo

O ódio é negação da religiosidade que se pretende ter ao ir à igreja

As religiões têm histórias e estórias...

Sobretudo em sua versão formal, muito tem sido feito e falado em seu nome, quando o homem se acostumou a usá-la historicamente sob diversos pretextos, para uma prática que está longe, “há anos luz”, daquilo que seria seu verdadeiro objetivo, ou aquilo que seu idealizador “falou...”.

Estamos vivendo neste momento político do país, uma situação curiosa, onde o seu objetivo real ficou apenas como uma peça de retórica, para objetivos exatamente contrários com os seus princípios, onde não seria demais usar as expressões violência e ódio como definição de ‘práticas religiosas’ usuais.

 Confira vídeo.

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quarta-feira

Certo ou errado? Na dúvida...


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sexta-feira

A dança da paz

Morre lentamente quem se torna escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos percursos, quem não muda a marca, quem não se arrisca vestir uma nova cor, quem não fala com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos "is", em vez de um remoinho de emoções, justamente aquelas que fazem brilhar os olhos, aquelas que fazem de um bocejo um sorriso, aquelas que fazem bater o coração diante dos erros e dos sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca a certeza pela incerteza para prosseguir um sonho, quem não se permite ao menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não escuta música, quem não acha graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem passa os dias se lamentando da própria sorte ou da chuva contínua.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de começa-lo, quem não faz perguntas sobre assuntos que não conhece, ou quem não responde quando lhe perguntam sobre algo que domina.

Evitamos a morte em pequenas dores, lembrando sempre que estar vivo requer um esforço muito maior do que o simples fato de respirar.

Só a ardente paciência nos levará a conquistar uma esplêndida felicidade.

Pablo Neruda - Livro - A dança da Paz

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quarta-feira

“É um escândalo ir à igreja e odiar os outros”, diz o Papa

Vale à pena dar “uma olhada” em sua preferências partidário/eleitorais...

Ou espere, quem sabe, o Bozó funda uma religião supra religiosa que abarque todas aquelas – e setores de algumas – que o apoiaram em sua cruzada de violência, racismo e violação dos direitos mais elementares do ser humano... 

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