domingo

Veja alguns pontos para reflexão por um melhor Natal em família


O Natal vem mudando tanto com o tempo que acabamos por – mesmo sem querer – fazer algum tipo de comparação com aqueles de nossa infância ou mesmo de algum tempo atrás, onde a “coisa” do Natal parecia pegar mais, ou seja, o espírito parecia outro.

É que hoje a mídia e as campanhas comerciais o transformaram radicalmente em mais um pretexto para grandes consumos e o tal do “espírito da ‘coisa” muitas vezes não entra nem como detalhe.

Nesta lista abaixo vai encontrar alguns pontos para reflexão no sentido de tentar resgatar um pouco do sentido original do Natal, sobretudo, em família.

- Vá com calma! Pare de se anular em nome do amor, porque quando você se abandona é justamente aí que você perde seu valor.

- Prepare-se para os encontros de família sem medo das discórdias, porque antes de serem familiares, todos ali são seres humanos, com qualidades, defeitos, culpas, ressentimentos, sonhos e medos diferentes.

- Ame muito, mas sem se sentir sugado e explorado. E  que este amor seja verdadeiramente incondicional e maduro – não cobre nem espere retorno, gratidão ou reconhecimento.

- Considere a decisão do perdão, porque mais do que um ato de amor, é uma atitude inteligente, de quem sabe que merece uma vida mais leve, sem o fardo pesado do ressentimento.

- Inclua a Providência Divina em seus pensamentos, palavras e ações. Lembre-se que você não precisa ser apreciado por pessoas, e sim, aprovado por Deus.

- Como disse a sábia Madre Teresa de Calcutá: “Dê ao mundo o melhor de você. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre VOCÊ e DEUS. Nunca foi entre você e os outros.” (bdci)

Como vê, vale à pena dar um parada e refletir um pouco, para não só fechar o ano bem, como, também, para criar um estado de espírito, em si mesmo e na família que facilite começar o próximo ano com outras perspectivas.

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sexta-feira

Papa pede aos jovens que “se rebelem, questionem”. É um fio de esperança em meio ao ‘marasmo’


Não é a primeira vez que ele faz referencias do gênero, ainda mais neste momento em que vive o Brasil, onde, apesar das tentativas de depreciação, de esculhambação mesmo, promovida pela mídia local associada ao golpe, tentando fazer jus à grana gorda que andou recebendo a título de pagamento pela ‘cama de gato’ que fez nos corações e mentes de tantos brasileiros, o mobilização estudantil é um movimento que nos reporta a expressões muito bem vindas para ilustrar o que eles vêem fazendo: consciência e esperança.

Leia também:
O papa Francisco como zeloso cuidador da casa comum, o Planeta Terra
Lamentavelmente existe um contingente considerável de cidadãos que foi levado na lábia por esta mídia vendida, vai sofrer amargamente na pele os desdobramentos do golpe e da sujeição radical do Brasil aos interesses dos patrocinadores externos, e vai continuar procurando inutilmente o responsável, continuando a se “informar” nos jn/globos da vida

"Papa pede aos jovens que “se rebelem, questionem”
Durante seu primeiro encontro com os participantes da Jornada Mundial da Juventude, na Cracóvia (Polônia), nesta quinta-feira, 3, o Papa Francisco pediu aos jovens que que "se rebelem, questionem, sonhem, e evitem os caminhos obscuros"; "É lindo, e me conforta o coração vê-los tão revoltosos. É estimulante escutá-los, compartilhar seus sonhos, suas questões e sua vontade de se rebelar contra todos aqueles que dizem que as coisas não podem mudar. As coisas podem mudar, não é?!", disse Francisco para cerca de 600 mil pessoas.

Durante seu primeiro encontro com os participantes da Jornada Mundial da Juventude, na Cracóvia (Polônia), nesta quinta-feira, 3, o Papa Francisco pediu aos jovens que que "se rebelem, questionem, sonhem, e evitem os caminhos obscuros".

"É lindo, e me conforta o coração vê-los tão revoltosos. É estimulante escutá-los, compartilhar seus sonhos, suas questões e sua vontade de se rebelar contra todos aqueles que dizem que as coisas não podem mudar. As coisas podem mudar, não é?!", disse Francisco.

Para um público de cerca de 600 mil jovens, o papa se inspirou no discurso de Martin Luther King "Eu tenho um sonho", a favor dos direitos para os negros, para sacudir as consciências dos jovens dos cinco continentes e convidá-los a sonhar.

"Vocês são capazes de sonhar?", improvisou o Pontífice que falou também sobre a dor que sente em encontrar jovens que "se aposentaram antes do tempo", "que jogaram a toalha antes de começar o jogo", que estão "entregues antes de lutar", que estão "entediados e entediam".


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Tem certeza se o que está sentido, um estressezinho… É só isso?

Não custa dar uma olhada, já que muitas vezes não temos a mínima ideia do que está rolando com a nossa cabeça/mente e quando descobrirmos o “lance” já rolou e a coisa pode pegar, logo, a saída é ficar a par do que, de fato, está rolando com você, que estes “lances novos” podem não ser meras coisas passageiras.
A palavra "estresse" tem origem na palavra inglesa "stress", que significa "pressão", "tensão" ou "insistência". É uma reação do organismo com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais que ocorre quando surge a necessidade de uma adaptação grande a um evento ou situação de importância. Ele pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida ou à exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia.
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Sintomas da fase de resistência:

Problemas com a memória; mal-estar generalizado; formigamento nas extremidades (mãos e/ou pés); sensação de desgaste físico constante; mudança no apetite; aparecimento de problemas de pele; hipertensão arterial; cansaço constante; gastrite prolongada; tontura; sensibilidade emotiva excessiva; obsessão com o agente estressor; irritabilidade excessiva; desejo sexual diminuído.
Fase de Exaustão: nessa fase podem surgem diversos comprometimentos físicos em forma de doença.
Sintomas da fase de exaustão:
Continue, aqui!
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quarta-feira

O papa Francisco como zeloso cuidador da casa comum, o planeta Terra


É o que podemos chamar de uma boa noticia, ou para ficar no contexto, uma “boa nova”. É, o papa Francisco é isso, mesmo, uma boa nova. Um refrigério nestes tempos bicudos onde até mesmo os sofismas sobre defesa e proteção ambiental e humana foram deixados de lado, ‘démodée’, com a desculpa esfarrapada da “crise econômica”. É um refrigério para as consciências que não desistiram nem se deixaram emudecer na defesa da casa comum, o planeta terra.

Vale à pena dar uma olhada. 

*Leonardo Boff

Tempos atrás escrevemos que o papa Francisco, por causa do patrono que lhe inspirou o nome - Francisco de Assis -, teria tudo para ser o grande promotor de uma proposta ecológica mundial. Deveria ser ele, pois, lamentavelmente, faltam-nos líderes com autoridade, palavras e gestos convincentes que despertem a sociedade para as ameaças que afetam o destino comum da Terra e da humanidade, e para a responsabilidade coletiva e diferenciada de salvaguardá-lo para todos.

Eis que esse desiderato se realizou plenamente com a publicação da encíclica "Laudato si": "Cuidar da casa comum". Oferece-nos um texto de grande amplitude e de rara beleza intelectual e espiritual, unindo o que era tão caro a São Francisco de Assis e também a Francisco de Roma: o comportamento de cuidado para com a Terra e um amor preferencial para os condenados do planeta.

Essa conexão atravessa todo o texto como um fio condutor. Não há verdadeira ecologia caso não resgate a humanidade dos milhões de empobrecidos de nossa história. O papa Francisco comparece como zeloso cuidador da casa comum. Mostra-se extremamente coerente com a marca registrada da Igreja da Libertação latino-americana, com sua correspondente teologia, a opção preferencial pelos pobres, contra a pobreza e a favor da justiça social e de sua libertação. O oposto da pobreza não é a riqueza. É a injustiça de proporções estruturais e mundiais.


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